Clima, tranquilidade
30/01/2010
Clima, tranquilidade. Agora, sentado aqui no sofá de um evento considerado de “nerds”, rolou uma sensação muito maneira de várias coisas, várias visões. Tem 6000 pessoas aqui agora, olhando para seus respectivos laptops, monitores com jogos “alucinantes”, guitarras do guitar hero, baterias de rock band, gente fazendo oficina de não sei o que de robótica. Do lado, rola uma galera vendo um filme que também desconheço o assunto. Mais pro lado, tem uma galera se divertindo muito com um jogo que eu jogava na época que ia pra escola ter aula de estudos sociais. Mais pro lado, rola um lual, totalmente inusitado, com paulistas, capixabas, cariocas, gaúchos e alguns hermanos. Nesse momento, começa um ruído totalmente sem sentido, onde uma pessoa começa, e os outros “nerds” acompanham, sem saber tamém o porque. Uma outras pessoas totalmente jogadas em puffs, outras dormindo até no tapete do evento. Mas afinal, e daí? O que tem de tão importante e significativo que passou no teste “isso merece um post”. É muita coisa envolvida, mas ao mesmo tempo, coisas simples que ditam as regras desse jogo. Estão todos, absolutamente todos fazendo as coisas que lhes fazem bem, a maneira peculiar de cada um. Não tem ninguém preocupado se você está as 5 da manhã, jogado em um sofá, escrevendo um texto pra pessoas que não conhece. Mas sim, isso merece ser dito, merece ser documentado, merece ser, definitivamente, lembrado. Por que? Por que climas como esse, onde todos etão na boa, fazendo coisas e compartilhando alegria, são raros hoje em dia. Mas muito raros. Todo mundo se divertindo a sua maneira e ninguém preocupado se você é isso ou aquilo, seguindo as regras impostas pelo mundo em que a gente vive. Hoje eu vejo bem, e vejo como isso é legal. Meus dias corridos tiveram uma pausa muito boa. Confesso que não esperava muita coisa nesse sentido, e sim em outros, mas o que está vindo é lucro. Vale a pena botar em prática o que tem na cabeça e não se importar com que os outros falam. Se tem gente que fala mal, gente que recrimina, paciência. Quem está sendo o bobo da corte nessa história, é a própria pessoa que está julgando, perdendo tempo. Na minha caminhada de 0,01 km/h até o sofá em que estou estirado, foram feitas várias reflexões sobre o que realmente vale a pena nessa caminhada que a gente tá fazendo. Afinal, qual preço que tem o prazer de fazer o que a gente gosta, por mais idiota que isso pareça para os outros? Não tem preço, não mesmo. Essa frase tem que ser dita e repetida inúmeras vezes aos quatro ventos. Posso estar enganado, mas acredito que pra maior parte das pessoas, elas fazem o que lhes fazem bem, sem querer “aparecer”. Tem gent eque gosta, mas não acho que seja assim. Hoje pela manhã, esteve aqui uma repórter da MTV que possui cabelos totalmente … azuis, e um jeito extremamente peculiar de se vestir. Muito fácil julgar uma pessoa com cabelo de cor artificial e que se veste com roupas pretas e/ou alternativas. Concordam? Porém, te convido a fazer o julgamento dessa pessoa extremanete simpáticas, extremente atenciosa com TODAS as pessoas que foram falar com ela, e com uma lindeza e um carisma cativante, depois de conversar com ela durante 3 minutos. É fácil pre-julgar, mas isso definitvamente gera conclusões errôneas e precipitadas. Ela faz o que gosta, se veste do jeito que lhe convém e está feliz do jeito que é, podendo assim transmitir essa alegria num gesto pequeno chamado “sorriso”, e talvez o sorriso mais lindo que já vi nessa vida. Digo isso sem hipocrisia e vergonha alguma.
Clima, tranquilidade…mais coisas absorvidas de onde eu nem imagina tirar…